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Rosayne Macedo
Macaé (RJ) - Em sua sétima edição, a Brasil Offshore, aberta nesta tarde em Macaé (RJ), pode representar mais oportunidades de negócios para a cadeia produtiva de óleo e gás, especialmente na Bacia de Campos, maior pólo petrolífero do país. O orçamento estimado das empresas âncoras, somado à expectativa de negócios durante a rodada, soma R$ 500 milhões, anunciou, na abertura do evento, Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions Alcântara Machado, organizadora da feira.
Em 2011, somente as rodadas de negócios geraram R$170 milhões, contra a estimativa de R$ 210 milhões prevista para esta edição. Um dos motivos para o otimismo, segundo ele, é a participação de bancos que oferecem taxas especiais de financiamento para as empresas interessadas. As rodadas de negócios ocorrerão amanhã e quinta-feira (13), numa iniciativa da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
10 km de informação
Na abertura do evento, o executivo destacou que este ano a feira cresceu 6% em relação à edição de 2011: são 37 mil m2 (2 mil a mais), 720 expositores, sendo 157 estreantes. A participação de expositores estrangeiros também é relevante: China trouxe 30 empresas, Estados Unidos, 21, e Reino Unido, 20. O evento conta, ainda, com a presença de países como França, Alemanha, Polônia e Áustria.
Almeida disse ainda que a feira oferece quase 10 quilômetros de "muita informação, novidade e relevância" para as cerca de 55 mil pessoas esperadas até sexta-feira (14), no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, que passou por reformas reforma pela Prefeitura de Macaé, especialmente para receber o evento. Ele lembrou que o evento também impulsiona a economia de Macaé, movimentando cerca de 17 mil empregos temporários.
Além dos expositores, o congresso técnico, organizado pelo IBP e SPE, também traz conteúdo de interesse para o setor, em especial, para a Bacia de Campos, como integridade, perfuração e intervenção submarina. Pela primeira vez em 14 anos, a programação tem acesso gratuito.
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