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Rodrigo Leitão
Rio de Janeiro (RJ) - Durante o painel "Exploração e Produção do Pré-Sal, blocos offshore e onshore e leilões do governo", na Accelerate Oil & Gas, que está sendo realizado no Hotel Windsor, no Rio de Janeiro, o CEO da petrolífera brasileira HRT, Nilo Azambuja informou que a companhia fechou seu caixa no primeiro trimestre de 2013 com R$ 800 milhões.
Segundo o executivo, as prioridades da companhia neste momento se resumem em três pilares: Solimões, Namíbia e a reestruturação do campo de Polvo, na Bacia de Campos.
“A estratégia da HRT é ter um portfólio equilibrado”, disse Azambuja.
O CEO lembrou que o campo de Polvo está em processo de transição pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), para a aquisição de 40% da área.
A HRT já havia informado anteriomente o acordo com a BP Energy do Brasil para a aquisição de 60% de participação no Campo de Polvo, na Bacia de Campos, por 135 milhões de dólares. O campo de Polvo produz atualmente 14 mil barris de óleo por dia.
Na apresentação, Azambuja disse que de onze poços perfurados na Bacia do Solimões, sete foram descobertos gás.
“É claro que os investidores queriam que encontrássemos petróleo", brincou
No entanto, o CEO lembrou que a Amazônia está em 4º lugar no ranking de petróleo e gás no Brasil.
Nilo Azambuja fez questão de ressaltar que a logística aérea e fluvial são desafios que a companhia ainda enfrenta nessas áreas na Bacia do Solimões, na Amazônia.
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