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Rio de Janeiro (RJ) - O diretor de tecnologia da DPS Global, David Parkinson, vem ao Brasil na terça-feira (18) para apresentar ao mercado nacional as tecnologias e soluções de engenharia da gigante britânica. Parkinson, que é um dos fundadores da DPS – uma das maiores empresas de tecnologia para a área de óleo e gás do Reino Unido –, vai falar para 40 executivos das principais petroleiras que operam no país, durante workshop tecnológico promovido em parceria com a Tridimensional Engenharia.
A abertura do workshop será feita pelo presidente da Tridimesional, Antonio Müller, que assinou uma parceria tecnológica em janeiro com a DPS, para atuarem em conjunto no Brasil pelos próximos anos. Além de David Parkinson, que atualmente responde pela vice-presidência do conselho de administração da empresa britânica e pela diretoria de tecnologia do grupo, o workshop contará com palestra do engenheiro sênior da área de processos da DPS, Ian Cooper.
Os executivos vão falar sobre a experiência deles na engenharia de topside de FPSOs e plataformas, nas soluções desenvolvidas para sistemas de tratamento de fluidos e resíduos, além das tecnologias inovadoras que estão sendo trazidas pelas duas empresas ao Brasil.
Um dos destaques do workshop, que tem relação direta com o momento atual dos campos produtores da Bacia de Campos, é a experiência da DPS em aumentar a eficiência operacional em campos maduros. O diretor de desenvolvimento de negócios da Tridimensional, Ivan Furtado, explicou que eles trazem para o país uma grande expertise em sistemas que já estão em operação, mas que precisam de ajustes para incrementar a produção de petróleo e o tratamento de água.
“Com o amadurecimento dos campos, a quantidade de água produzida pelos poços vai aumentando ao longo do tempo. Em alguns casos, ela supera a capacidade de tratamento do sistema existente no FPSO ou na plataforma. A DPS tem uma grande experiência em propor soluções que não ocupem muito espaço e que aumentem a capacidade de tratamento dessas plantas. Isso é muito importante, porque muitas vezes as operadoras são obrigadas até a diminuir a capacidade de produção para tratar a água”, explicou.
Da Redação
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